
O presidente da Câmara de VG, vereador Wanderley Cerqueira (MDB) resolveu "dar aula" no primeiro dia letivo de Várzea Grande, mas o tema não foi educação: foi pressão política. O presidente da Câmara fez questão de gravar um ultimato ao secretário Igor, misturando apoio condicional com o fantasma da Polícia Federal e do TCU.
O que está por trás do discurso? Ao dizer "trabalha certo que você terá Wanderley do seu lado", o vereador deixa uma dúvida incômoda: o apoio do Legislativo é técnico ou depende de conveniências? A retórica da ameaça velada, feita sob os holofotes da própria assessoria, soa mais como uma tentativa de tutela do Executivo do que como fiscalização republicana.
Silêncio Seletivo - A pergunta que fica no ar é: se o parlamentar conhece irregularidades na educação que justificam citar a PF, por que ainda não formalizou a denúncia? O cenário, vigiado de perto pela Deccor e pelo Ministério Público, sugere que as autoridades já possuem mais de 100 mil motivos (multiplicados por 18, como diz o jargão político local) para fiscalizar os poderes e suas movimentações na Cidade Industrial. Fica a dica!
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