
O líder da Minoria na Câmara Legislativa, deputado Gabriel Magno (PT), teceu uma série de críticas ao governo de Ibaneis Rocha e Celina Leão, durante a sessão ordinária desta quarta-feira (10). A gestão da Saúde esteve entre os pontos abordados.
O parlamentar aproveitou para informar que, ontem, o Tribunal de Contas do Distrito Federal julgou procedente uma representação de sua autoria a respeito de óbitos de crianças em unidades de pronto-atendimento no DF, como o caso do menino Enzo Gabriel, de um ano, que faleceu em maio de 2024, na UPA do Recanto das Emas, enquanto esperava a chegada de uma ambulância. Segundo Magno, a Corte de Contas cobrou providências da Secretaria de Saúde e do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (Iges-DF) para o transporte de pacientes.
Em sua representação, o distrital argumentou que o Iges alterou o contrato com a empresa responsável pelas ambulâncias, suprimindo cláusulas de fiscalização e de responsabilidade. "Uma ambulância deveria chegar em até uma hora, mas Enzo esperou mais de 12h", ressaltou nesta tarde em plenário, ao criticar a ausência de fiscalização do serviço e a falta de sanções por descumprimento.
Denise Caputo - Agência CLDF
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